Aquário com peixes do Tietê é atração regional em Iacanga

 Iacanga - Uma lição sobre o rio Tietê e os peixes que habitam suas águas. É isso o que oferece o Aquário Municipal de Iacanga (a 50 quilômetros de Bauru), inaugurado ontem pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), ao lado do prefeito Ismael Boiani. Na mesma ocasião também foi apresentado à população o lago em que foi transformada uma área de brejo e matagal, e que agora torna-se cartão postal da cidade 

O Aquário Municipal tem cerca de 250 metros quadrados e é formado por um corredor de aproximadamente três metros de largura, tendo nas duas laterais uma série de aquários com peixes típicos do rio Tietê.

Estão lá exemplares de tucunaré, piapara, tambacu, traíra, acará, pintado, pacu, lambari, piranha, jaú, tambaqui, cascudo e outras espécies. Junto aos aquários existe um dispositivo que pode ser acionado pelos visitantes. Feito isso, aparece nas TVs de LCD instaladas acima das portas de entrada e saída do aquário informações sobre as espécies. Há também um filme rápido que pode ser exibido com informações sobre o rio Tietê, desde o trecho “morto” que passa pela região metropolitana de São Paulo até a parte onde ele renasce, no Interior do Estado.

A iniciativa do aquário foi elogiada pelo governador. Segundo ele, o espaço, além de servir como uma importante fonte de aprendizado para os moradores de Iacanga, será muito útil também para os visitantes das cidades da região. Para Alckmin, o aquário é uma referência em todo o Estado.


Ponto de encontro

Enfim, Iacanga tem um lugar onde as famílias podem se reunir e levar seus filhos para passear e brincar. O lago municipal José Seguimatz, embora inaugurado oficialmente ontem pelo governador Geraldo Alckmin, já vem sendo utilizado pelos moradores como um ponto de encontro.

Todo o entorno do lago tem calçamento, o que permite as caminhadas. São cerca de 750 metros de extensão. Para aqueles que preferem pedalar, tem a ciclovia. O auxiliar de recursos humanos Márcio Munuti, 35 anos, lembra que foram mais de dois anos de transtorno por causa das obras em torno do lago. Mas foi um sacrifício que, segundo ele, valeu a pena.

“Nós acompanhamos todas as etapas porque moramos perto daqui. Mexeram muito com terra e o transtorno foi grande. Mas o resultado final compensou”, disse. Ontem, ele caminhava tranquilamente ao redor do lago acompanhado pela esposa Flávia Possar, 31 anos, e pelo filho Augusto, 2 anos.

“Nós não tínhamos um espaço como esse na cidade. Não havia um lugar onde pudéssemos levar os filhos para passear. Agora temos”, comemorava Flávia, pouco antes da chegada do governador. Ela ressaltou também o fato do lago ficar iluminado durante a noite, o que permite que ele seja utilizado também nesse período. 


Fonte da Informação: Jornal da Cidade de Bauru de 20/06/11 

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